Pela graça sois salvos

Não há como negar: a salvação dos que creem no evangelho resulta do dom de Deus. O homem só crê em Deus porque primeiramente lhe foi anunciado Cristo, a palavra da fé ( Jo 3:27 ). A graça de Deus está na promessa estabelecida antes dos tempos dos séculos ( Tt 1:2 ), e que agora é anunciada a todos os homens. Sem a pregação deste dom não há como o homem crer “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?” ( Rm 10:14 ). Cristo é o nome pelo qual os homens são salvos, e para invocá-lo como salvador é necessário ao homem crer, porém, só é possível crer se ouvirem, sendo necessário haver quem pregue.


Como compreender a afirmação paulina “pela graça sois salvos”? Qual é a culpa daqueles que não alcançaram o dom de Deus?

O apóstolo Paulo informa que a graça de Deus se há manifestado salvadora a todos os homens “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens…” ( Tt 2:11 ), e informa também que Cristo é a fé que se havia de manifestar “Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar ( Gl 3:23 ).

Estes dois versos complementam o que Paulo escreveu aos cristãos em Éfeso: “Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (…) Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” ( Ef 2:5 e 8).

A graça que foi manifesta trazendo salvação a todos os homens é Cristo e, Cristo é a fé que se havia de manifestar! Quando compreendemos que Cristo é a graça e a manifesta, a explicação do apóstolo torna-se clara: Os homens são salvos por Cristo, pois não há outro nome pelo qual a humanidade deva ser salva ( At 4:12 ; At 15:11 ), visto que Ele é a fé que uma vez foi dada aos santos ( Jd 1:3 ).

Cristo, o Verbo encarnado, é o poder de Deus ( 1Co 1:24). Ele é a fé que havia de se manifestar. Ele é a ‘boas novas’ de salvação, a fé que os santos abraçaram.

Cristo é o tema do evangelho e, aos homens deve ser anunciado as ‘boas novas’, pois ela consiste no poder de Deus, que é salvação para todo que crê ( Rm 1:16 ).

Conclui-se que a melhor leitura de Efésios 2, verso 5 é: os homens são salvos por Cristo (graça), por meio do evangelho (fé), ou seja, o evangelho não vêm dos homens, veio de Deus “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” ( Ef 2:8 ); “O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu” ( Jo 3:27 ).

É por isso que Jesus fala da seguinte maneira com a samaritana: “Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva” ( Jo 4:10 ). Ora, Cristo é o dom de Deus, a água viva que vem de Deus! Somente pelo dom de Deus o homem alcança a vida eterna “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” ( Rm 6:23 ).

A salvação em Cristo é universal, pois ele foi revelado trazendo salvação a todos os homens. Visto que todos pecaram e destituídos estavam da glória de Deus, Deus amou o mundo de tal maneira que, através de Cristo a barreira de inimizade entre Deus e os homens foi desfeita.

Não há como negar: a salvação dos que creem no evangelho resulta do dom de Deus. O homem só crê em Deus porque primeiramente lhe foi anunciado Cristo, a palavra da fé ( Jo 3:27 ). A graça de Deus está na promessa estabelecida antes dos tempos dos séculos ( Tt 1:2 ), e que agora é anunciada a todos os homens.

Sem a pregação deste dom não há como o homem crer “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?” ( Rm 10:14 ). Cristo é o nome pelo qual os homens são salvos, e para invocá-lo como salvador é necessário ao homem crer, porém, só é possível crer se ouvirem, sendo necessário haver quem pregue.

Mas, porque é necessário haver quem pregue? E se é necessário quem pregue, isto implica que há uma mensagem a ser anunciada, ou seja, através do verso 14 de Romanos 10, o apóstolo está demonstrando que a fé (crer) vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus ( Rm 10:17 ).

Para o homem crer é necessário que a palavra da fé seja anunciada “Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos…” ( Rm 10:8 ), portanto, a fé como palavra não vem dos homens, antes diz do dom de Deus, que é Cristo ( Jo 3:27 ).

Por si só o homem jamais invoca ao Senhor ( Rm 3:11 ). Para que o homem possa invocar a Deus é necessário ter ouvido a seguinte pregação: “Todo aquele que nele crer não será confundido” ( Rm 10:11 ). A palavra d’Aquele que é fiel e imutável é o que produz confiança (fé) no homem, ou seja, “… de sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” ( Rm 10:17 ).

O homem jamais se lança a confiar em Deus sem antes ter ouvido a sua palavra. O apóstolo Pedro só andou sobre as águas quando ouviu a palavra de Cristo, que lhe disse: vem! ( Mt 14:29 ). O homem só vem a Deus quando ouve a palavra de Deus, que é a palavra da fé! ( Jo 5:24 ).

Ora, a salvação do crente é obra de Deus operada por intermédio da sua palavra encarnada, e homem algum pode alcançá-la sem a palavra da fé. Sem Cristo não há salvação! “Pela fé no nome de Jesus, este homem a quem vedes e conheceis foi fortalecido. Foi a fé que vem pelo nome de Jesus que deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde” ( At 3:16 ).

O estado de perdição do pecador não é resultado de uma escolha pessoal. A perdição se deu por um único homem que pecou, e por ele todos pecaram. De todos os homens que vem ao mundo, ninguém escolheu ser pecador, porém, por ter sido gerado segundo a carne de Adão, é pecador.

Por causa de Adão veio o juízo, a condenação e todos estão sob a mesma pena: perdição! ( Rm 5:18 ). De todos os homens, Adão foi o único que desfrutou de uma condição cômoda: ele nada precisava escolher! Porém, ele escolheu ofender a Deus, e por causa dele, todos os homens tornaram-se presos à consequência daquela escolha: mortos, separados da vida que há em Deus!

Todos os homens são livres para escolherem entre o bem e o mal, porém, com relação a condenação ninguém nasce livre. Todos quantos vêm ao mundo já nascem sob a condenação de Adão.

É neste contesto que a graça de Deus se manifesta, visto que é ofertada ao homem a oportunidade de decidir pela salvação: ‘entrai pela porta estreita’ ou, ‘necessário vos é nascer de novo’. Diferente do bem e do mal, com relação à perdição não há uma escolha. O homem não tem como decidir entre perdição e salvação! Por causa de Adão, o homem já está condenado e, agora, através das boas novas do evangelho, o homem precisa (é necessário) decidir-se pela salvação que se há manifestado a todos os homens.

Quando o homem se decide por ‘olhar’ para Deus; ou quando se decide por beber da água ofertada; ou quando o homem decide entrar pela porta estreita, o homem é salvo. Quando rejeita o evangelho, nada ocorre, pois o homem já está condenado “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece” ( Jo 3:36 ).

Quando os ‘mortos’ em delitos e pecados, ou seja, as pessoas que estão ‘separadas da vida’ que há em Deus creem naquele que diz: “Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra” ( Is 45:22 ), passam a compartilhar da vida que há em Deus “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” ( Jo 11:25 ).

Devemos ter em mente que o homem não é culpado por não crer. O homem sem Deus também não é culpado por ser pecador, ou por rejeitar a graça divina. Antes, o correto é dizer que pesa sobre ele uma condenação advinda da desobediência de Adão, que lhe impõe uma pena: alienação de Deus “Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos” ( Rm 5:15 ); “Na verdade, não serão confundidos os que esperam em ti; confundidos serão os que transgridem sem causa ( Sl 25:3 ).

A responsabilidade dita pessoal restringe-se as obras que os homens praticam e, que será alvo do julgamento que haverá no Grande Trono Branco, pois será julgamento de obras, porém, a condenação se deu no Éden. O dom gratuito é ofertado hoje a todos os homens em decorrência da perdição que se deu no passado, ou seja, quando o apóstolo disse que ‘pela graça sois salvos’, não disse que Deus escolheu alguns homens e rejeitou outros.

Quando se lê: ‘pela graça sois salvos’, a graça não se restringe somente a ideia de ‘favor imerecido’ ou de ‘dom não merecido’, como muitos pensam, antes a graça refere-se à pessoa de Cristo: a graça de Deus revelada.

Como cristãos, sabemos que não merecíamos tão grandioso amor, porém, devemos ter em mente que foi do agrado de Deus nos amar mesmo que isto implicasse no sofrimento de Cristo ( Is 53:10 ). Deus enfatiza o seu amor pela humanidade ao entregar o seu Filho em resgate de muitos, porém, em momento algum ele lança em rosto o fato de os homens não merecerem o seu favor.

Podemos ter em mente que não merecemos tamanho dom, porém a ênfase do evangelho não está na falta de mérito do homem, antes tem por base as virtudes de Deus. O pseudo evangelho que lança em rosto a falta de mérito do homem é paupérrimo, diferente do evangelho que enfatiza as virtudes daquele que nos chamou.

Enfatizar a falta de mérito do homem para dimensionar a graça de Deus soa como se Ele tive dó da humanidade, diferente do que foi demonstrado na cruz: amor que tudo suporta.

O apóstolo Paulo sabia qual era a sua condição anterior à salvação em Cristo, porém, as vezes que ele faz referência à sua antiga condição, a ênfase estava no amor de Deus e, não na falta de mérito do homem: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” ( Rm 5:8 ); “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal, mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna” ( 1Tm 1:15 -16).

Portanto, quando se lê acerca da graça de Deus, não é de bom tom enfatizar que se refere a um favor imerecido, como se Deus estivesse lançando em rosto a condição do homem, antes devemos demonstrar com quão grande amor Deus amou a humanidade ao nos conceder o evangelho, que é poder de Deus que faz dos homens filhos de Deus ( Jo 1:12 e Rm 1:16 ).

A salvação é dom porque Deus concedeu a abundância da graça a todos os homens sem distinção alguma ( Rm 5:17 ; Rm 10:12 ). Cristo é o dom de Deus porque ele foi derramado ricamente sobre os necessitados de espírito ( Tt 3:4 -7 ; Is 52:1 -3).

A questão de o homem não ter condições de conquistar a salvação por seus próprios méritos é secundária quando se aborda o dom de Deus. O motivo pelo qual Deus quis salvar os homens centra no seu grande amor e não na incapacidade do homem.

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Os anjos desejaram pregar o evangelho?

Qual o significado de ‘atentar’ neste verso? Seria pregar, anunciar o evangelho? Não! O significado é compreender, entender, perscrutar, olhar para dentro, examinar, etc. O apóstolo Pedro estava demonstrando aos cristãos que a graça que lhes foi concedida é tão grandiosa que os profetas queriam saber o que seria tal graça. Que este mistério era tão grandioso que até os anjos desconheciam e desejaram compreender (atentar).


É quase um consenso a ideia que se propaga no meio evangélico, de que os anjos desejaram pregar o evangelho.

Tal ideia deriva de uma má leitura do verso 12, do capítulo 1 da primeira epístola do apóstolo Pedro que, por sua vez, induz a uma má interpretação. Observe:

“Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisas os anjos desejam bem atentar ( 1Pd 1:12 ).

Para compreender este verso se faz necessário formular algumas perguntas ao texto e contexto do versículo, para depois analisar a questão concernente aos anjos e o evangelho.

Em primeiro lugar, é necessário saber o que foi revelado e a quem foi revelado? O que foi revelado refere-se à graça que foi concedida aos cristãos por estarem em Cristo e, a quem foi revelado, refere-se aos profetas do Antigo Testamento.

A graça que os profetas anunciaram não fora dada a eles, antes aos cristãos, e os profetas queriam saber qual seria o tempo, ou ocasião de tempo em que tais eventos aconteceriam.

E que evento seria este que os profetas anteviram e anunciaram de antemão (pré-ciência) pelo Espírito de Deus? Os sofrimentos de Cristo e a glória que se estabeleceria.

O que os profetas ministravam não pertencia a eles e, a mensagem que anunciaram é a mesma que os apóstolos de Cristo estavam anunciando aos homens: o evangelho, as boas novas do reino.

Os apóstolos são descritos como mensageiros de Deus que apregoavam o evangelho comissionados pelo Espírito de Deus.

E o que os apóstolos anunciavam? A mesma mensagem (coisas) que foram anunciadas pelos profetas.

  • Aos quais – profetas ( 1Pd 1:10 );
  • Foi revelado que – Sofrimento de Cristo e a glória que havia de seguir;
  • Não para si mesmos – A mensagem da profecia não era para os profetas e nem para o povo de Israel;
  • Mas para nós – A mensagem tinha em vista os cristãos;
  • Eles ministravam – Os profetas;
  • Estas coisas que agora vos foram anunciadas – A mensagem dos profetas e apóstolos;
  • Por aqueles que – Diz dos apóstolos;
  • Pelo Espírito Santo enviado do céu – O autor da mensagem;
  • Vos pregaram o evangelho – Os apóstolos
  • Para as quais coisas – Que coisas?
  • Os anjos desejam bem atentar – O que os anjos desejaram?

 

“Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisas os anjos desejam bem atentar” ( 1Pd 1:12 ).

Lendo o versículo novamente, o erro ocorre quando se relaciona as coisas que os anjos desejaram com a palavra evangelho, devido à proximidade entre as frases no versículo.

Porém, se o leitor for atento, perceberá que ‘as quais coisas’ que os anjos desejaram refere-se as coisas que os profetas indagavam ao ministrar.

“Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisas os anjos desejam bem atentar” ( 1Pd 1:12 ).

Os anjos estavam interessados nas mesmas coisas que os profetas, ou seja, como seria a salvação dos homens, nos tempos, no sofrimento predito e na glória que haveria de seguir tais eventos.

Qual o significado de ‘atentar’ neste verso? Seria pregar, anunciar o evangelho? Não! O significado é compreender, entender, perscrutar, olhar para dentro, examinar, etc.

O apóstolo Pedro estava demonstrando aos cristãos que a graça que lhes foi concedida é tão grandiosa que os profetas queriam saber o que seria tal graça. Que este mistério era tão grandioso que até os anjos desconheciam e desejaram compreender (atentar).

O apóstolo Pedro não prossegue a carta destacando o anseio dos anjos, porém, o apóstolo Paulo esclarece os cristãos em Êfeso:

“A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, e demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, no qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele” ( Ef 3:8 -12).

Do mesmo modo que o apóstolo Pedro, Paulo demonstra que a graça de anunciar o evangelho foi conferida a ele, um dos apóstolos.

E o que seria anunciar o evangelho? É o mesmo que divulgar as riquezas incompreensíveis de Cristo. É o mesmo que tornar compreensível o que era incompreensível. É demonstrar a quem quer que seja o conteúdo do mistério que estava oculto em Deus, que a tudo criou por intermédio de Cristo.

Como o segredo estava oculto em Deus, nem mesmo os seres angelicais tinham conhecimento do que Deus propusera em si mesmo (eterno propósito que fez em Cristo que a tudo criou).

O apóstolo Paulo estava radiante, visto que, agora, pela igreja, o mistério que encobria a multiforme sabedoria de Deus tornou-se conhecida pelos principados e potestades nos céus. O que eles desejaram atentar (compreender), somente através da igreja puderam compreender.

As coisas que os profetas anunciaram e, que agora estão sendo anunciadas a todos os homens, é o que produz fé nos homens, que após crerem tornam-se um com aquele que criou todas as coisas ( Ef 3:17 ).

Quando os cristãos se tornaram membros do corpo de Cristo, ou seja, a igreja do Deus vivo “Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos” ( Ef 5:30 ), o mistério foi revelado e puderam compreender (atentar) o que Deus propôs em Cristo: a preeminência d’Ele em todas as coisas.

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