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Maria, mãe de Jesus Cristo-homem, foi virgem até conceber Jesus, e após o nascimento de Jesus, ela passou a conviver maritalmente com José, com quem teve mais filhos.


“E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo” (Mt 1:16)

Introdução

Teólogos da antiguidade, em defesa da deidade de Cristo, lançaram mão da profecia de Isaias, que anunciou o Cristo como o ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus conosco’, e, por meio de uma lógica simplista, estabeleceram que Maria é a mãe de Deus, visto que o ‘Emanuel’ é Deus conosco.

Daí, a pergunta: Maria, esposa de José, é a mãe de Deus?

 

José e Maria

Da mesma forma que é imprescindível destacar que José não foi o pai biológico de Jesus, pois disto depende a essência do evangelho, também é imprescindível destacar que Maria foi mãe de Jesus Cristo-homem, e não a mãe de Deus.

José jamais poderia ser pai biológico de Jesus Cristo-homem, pois se fosse, Jesus seria como os demais descendentes de Adão: pecador e alienado de Deus. Não poderia ser mediador e nem interceder pelos pecadores, pois o que vincula o homem ao pecado é a semente corruptível de Adão, que foi apenado com morte, e essa morte (condenação) passou a todos os homens, por isso é dito que todos pecaram (Rm 5:12).

Por isso Jesus foi gerado de Deus no ventre de uma mulher virgem, pois o vínculo de Cristo com a humanidade se dá por sangue, e não pela semente corruptível de Adão que todos os homens carregam.

 

Mãe de Deus?

Em primeiro lugar, se levarmos em conta a ideia que o termo ‘Deus’ faz referência: um ser onisciente, onipresente e onipotente, conclui-se que é impossível uma mulher descendente de Adão trazer a existência Deus, o Criador de todas as coisas. Se assim fosse a mulher não seria mulher, e o seu descendente não seria um homem e nem mesmo seria Deus.

Em segundo lugar, se faz necessário considerar que, ao ser introduzido no mundo dos homens, através da concepção virginal de Maria (Hb 1:6), o Jesus que nasceu em Belém da Judéia era única e exclusivamente homem (1Tm 2:5). Ao ser introduzido no mundo, o Verbo eterno despiu-se do seu poder e gloria e, em tudo, tornou-se semelhante aos homens.

A promessa que Deus fez a Davi, seu servo, deixa claro que o Cristo seria tanto Filho de Davi, quanto Filho de Deus:

“Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua descendência, o qual sairá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho (2Sm 15:12 -14; Hb 1:5).

Deus prometeu que um descendente da carne de Davi teria Deus por pai, como está escrito:

 

“Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei” (Sl 2:7; Hb 1:5);

“… prostrai-vos diante dele todos os deuses” (Sl 97:7; Hb 1:6).

O apóstolo Paulo ao falar de Jesus, fez a seguinte declaração:

“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus. O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras, acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 1:1-4).

À luz das Escrituras, resta que Maria foi a mãe biológica de Jesus Cristo-homem, e não, como afirma o dogma[1] Católico ‘theotokos’ de que Maria é a mãe de Deus.

Maria foi mãe de um homem, em tudo semelhante Adão, porém, como não foi gerado segundo a semente corruptível de Adão, mas pela palavra e ação sobrenatural do Espírito Santo, veio ao mundo livre de pecado, tornando-se assim o último Adão.

Dizer que Maria é mãe de Deus é ignorar questões essenciais ao evangelho de Cristo, que para ser sumo sacerdote e interceder pela humanidade, teve que ser semelhante aos homens em tudo, porém, sem pecado.

“Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Fl 2:7 -8);

“Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo” (Hb 2:17).

O evangelista João aponta para Cristo como o Verbo eterno, isto para demonstra que o homem que foi morto pelos seus concidadãos e ressuscitou, quando na eternidade, é o Deus Altíssimo. Na eternidade o Verbo é o Deus eterno, e nada possui da natureza humana, antes no princípio já existia e a tudo criou (Jo 1:1).

 

Pai e Filho

Quando falamos do Verbo eterno na eternidade, temos que tem em mente que na eternidade não existe e nem existiu a relação Pai e Filho entre as pessoas da divindade, pois na eternidade as pessoas da divindade são igualmente eternas, oniscientes, onipresentes e onipotentes. Essa relação somente existiu no mundo dos homens, quando é dito ‘hoje te gerei’.

“Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei” (Sl 2:7.

Essa relação que se estabeleceu entre as pessoas da divindade só surgiu a partir do momento que o Cristo foi gerado no mundo dos homens:

“Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho” (2Sm 15:14).

O que sugere o verso acima? Que Deus não é o Pai do Verbo, e nem o Verbo é Filho de Deus, antes no mundo dos homens a relação Pai e Filho foi estabelecida segundo um acordo na eternidade: Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho.

Na eternidade não existe a relação Pai e Filho, por isso é dito no verso 1, do Salmo 110: “DISSE o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés”, e não: ‘Disse o Senhor ao Filho’, pois na eternidade inexiste tal relação entre as pessoas da divindade.

Atribuir a Maria a maternidade de Deus, é o mesmo que dizer que ela existiu antes de Deus, e que antes de tudo ser criado, Maria já existia. Ora, grande contrassenso, pois Maria é uma das filhas de Davi. Pior, segundo essa ótica, Maria seria pré-existente, e Deus veio a existir em função de Maria.

Ao despir-se do seu poder, o Verbo eterno foi introduzido no mundo na condição de homem, sem qualquer resquício do poder e glória que dispunha na eternidade. Ao ser introduzido no mundo, Jesus era plenamente e cem por cento (100%) homem, portanto, Maria foi mãe de Jesus Cristo-homem.

 

Agraciada

Elevar Maria, a mãe de Jesus a um patamar superior a das outras mulheres que existiram e existem no mundo, não foi o objetivo da saudação do anjo Gabriel.

“E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1:28).

O anjo Gabriel foi enviado por Deus à cidade de Nazaré, que fica na Galileia, a uma virgem desposada com um homem da casa de Davi, de nome José, que se turbou, pois ficou sem entender que saudação era aquela (Lc 1:26 -27).

O anjo, após saudá-la, teve que explicar o que estava para acontecer:

“Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim” (Lc 1:30 -33)

Quando foi dito: salve agraciada, significa que Maria achou graça, ou seja, foi beneficiada sem mérito algum, isto em vista do propósito de Deus. O fato de Maria ter sido escolhida não tem um fundo meritório, mas a graça de Deus em levar a efeito o seu propósito eterno.

A questão que veio a cabeça de Maria é a mesma indagação que surgem em muitas pessoas que ouvem a história do nascimento do Jesus:

“E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?” (Lc 1:34).

Fazer esse questionamento é plenamente compreensível e natural para o ser humano, que sabe que é impossível vir um descendente de homem ao mundo sem a semente de outro homem.

A resposta do anjo calou as indagações da virgem Maria:

“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1:35; Sl 139:13).

O anjo explicou que o Espírito Santo de Deus viria sobre ela, e o poder do Altíssimo haveria de abriga-la sob o seu mistério, de modo que o ente que haveria de nascer dela seria ‘Santo’, e chamado Filho de Deus.

Se houvesse alguma duvida, que Maria considerasse o fato de Isabel, prima de Maria, havia concebido um filho na velhice sendo estéril, e já estava no sexto mês de gravides, enfatizando à virgem Maria que para Deus nada é impossível (Lc 1:36 -37).

Emanuel, Deus conosco

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Isaías 9:6).

O profeta Isaías ao falar de Jesus nesta profecia aponta para Cristo com um menino nascido na cada de Davi (Is 9:7), cujo nome seria: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

O que dizer de Jesus Cristo-homem? Maravilhoso, pois tudo o que está relacionado a Ele transcende aos homens comuns. Dele disse Davi em espírito:

“Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia” (Sl 139:13 -16).

O mesmo cuidado que Deus teve com os ossos de Cristo quando o seu corpo foi posto na sepultura, foi o mesmo enquanto preparava um corpo para o Verbo eterno vir ao mundo (Sl 40:6; Hb 10:5).

Como os filhos de Israel eram faltos de conselho e não havia neles entendimento (Dt 32:28; Sl 53:3; Rm 10:2), Cristo é o Conselheiro do Senhor, pois sobre Ele repousou o espírito que dá descanso ao cansado (Is 11:2; Is 42:1 e 7; Is 61:1), pois através do seu conhecimento, o Servo do Senhor que teve as orelhas furadas, salva a muitos (Is 53:11).

“E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR” (IS 11:2)

Jesus é o ‘Deus forte’ porque cavalgou pela causa da justiça:

Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre. Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade. E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis. As tuas flechas são agudas no coração dos inimigos do rei, e por elas os povos caíram debaixo de ti. O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de equidade. Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros” (Sl 45:2 -7; Hb 1:8).

Jesus é o Pai da eternidade, pois dele disse Moisés:

“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, mesmo de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmos 90:2);

“O teu trono está firme desde então; tu és desde a eternidade” (Salmos 93:2).

Esses Salmos falam do Cristo em virtude da interpretação que o escritor aos Hebreus faz dos versos 25 à 27, do Salmo 102:

“Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim” (Salmo 102:25 -27; Hb 1:10 -12).

Cristo é o príncipe da paz, pois derrubou a parede de separação, fazendo de dois povos um:

“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio” (Efésios 2:14).

Como Sumo sacerdote é tal como Melquisedeque, sem principio e fim de dias:

“Onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 6:20).

 

Maria, mãe do Redentor

Maria, a mãe de Jesus, não é a mãe de Deus, e nem a Perpetua Virgindade, Mãe da Igreja, Medianeira, Corredentora, ou Rainha do Céu.

Justificar o uso da expressão Teótoco ou Mãe de Deus, citando Lucas 1, verso 43, onde a prima de Maria, Isabel a como a “mãe do meu Senhor”, ou Isaías 7, verso 14 e Mateus 1, verso 23, que contêm a profecia acerca de Cristo como o Emanuel, que significa ‘Deus Conosco’, é deturpar as Escrituras. Nestes textos o termo ‘Emanuel’ tem em vista o ente Santo que nasceria de uma virgem e seria nomeado o ‘Emanuel’, e não que a virgem seria mãe de Deus.

Maria foi virgem até conceber Jesus, e após o nascimento de Jesus, ela passou a conviver maritalmente com José, com quem teve mais filhos. Como Jesus teve mais irmãos, segue-se que Maria não permaneceu virgem, e não é justificável o titulo de Perpetua Virgem.

Nesse esteio, Maria também não é a mãe da Igreja, pois a Igreja não tem mãe.  A Igreja é o corpo de Cristo, e os seus membros em particular, participantes do seu corpo. Assim como Eva foi tirada da costela de Adão enquanto dormia, a Igreja é formada do corpo de Cristo que foi morto e ressurgiu, o que entendemos por alegoria.

A Bíblia é clara: há só um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo-homem, pois não há outro nome pelo qual os homens devam ser salvos (1Tm 2:5; Atos 4:12).

Temos que destacar que diversos Padres da Igreja nos três primeiros séculos defenderam Maria como a Teótoco, dentre eles: Orígenes (254), Dionísio (250), Atanásio (330), Gregório (370), João Crisóstomo (400) e Agostinho de Hipona (430).

Nestório, patriarca de Constantinopla, contrariamente defendeu no Terceiro Concílio Ecumênico realizado em Éfeso, em 431, que Maria devia ser chamada de Cristótoco (Christotokos), que significa “Mãe de Cristo”, apontando Maria como mãe apenas da natureza humana de Cristo e não da sua natureza divina.

Cirilo de Alexandria, contrariou Nestório, argumentando que tal posicionamento destruía a união perfeita e inseparável da natureza divina e humana em Jesus Cristo, alegando que, se Cristo, o Verbo que se fez carne é Deus, a carne é o Verbo, e como Maria foi mãe da carne de Cristo, consequentemente, é mãe do Verbo.

“Surpreende-me que há alguns que duvidam que a Virgem santa deve ser chamada ou não de Teótoco. Pois, se Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus, e a Virgem santa deu-o à luz, ela não se tornou a [Teótoco]?” Cirilo de Alexandria < https://pt.wikipedia.org/wiki/Te%C3%B3toco > Consulta realizada em 24/12/2017.

Ora, sabe-se pela abordagem do apóstolo Pedro, que todos os cristãos são participantes da natureza divina, uma vez que foram gerados de novo de semente incorruptível, mas o fato de ter a natureza divina não torna homens deuses.

“Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo” (2 Pe 1:4).

Enquanto na eternidade, o Verno eterno era Deus, e estava com Deus (Joao 1:1). Da natureza do Verbo eterno podemos dizer que era onipotente, onisciente e onipresente. Ao despir-se da sua glória, mesmo sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, antes se esvaziou a si mesmo tomando a forma de servo, fazendo-se igual aos homens.

Maria foi mãe d’Aquele que se esvaziou a si mesmo, ou seja, d’Aquele que se fez igual aos homens, que é diferente d’Aquele antes de ser introduzido no mundo na condição de Unigênito de Deus, e que é diferente d’Aquele que ressurgiu na condição de Primogênito dentre os mortos.

Maria não é mãe nem do Verbo, nem do Cristo ressurreto, pois Ele já não é conhecido deste modo:

“Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo” (2 Coríntios 5:16).

 

 

[1] “Emanuel realmente é Deus, e a santa Virgem é, portanto, Mãe de Deus” (John A. Hardon, S.J., The Catholic Catechism, 135).

Claudio Crispim

Nasceu em Mato Grosso do Sul, Nova Andradina, em 1973. Aos 2 anos, sua família mudou-se para São Paulo, onde vive até hoje. O pai ‘in memória’ exerceu o oficio de motorista de ônibus coletivo e a mãe comerciante, ambos evangélicos. Claudio Crispim cursou o Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública na Academia de Policia Militar do Barro Branco e, atualmente exerce a função de Capitão da Policia Militar do Estado de São Paulo. É casado com Jussara e é pai de dois filhos, Larissa e Vinícius. É articulista do Portal Estudo Bíblico (www.estudosbiblicos.org), com mais de 360 artigos publicados e distribuídos gratuitamente na web.

Um comentário em “Maria, mãe de Jesus Cristo-homem

  • 25/12/2017 em 14:27
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    Deus continue te inspirando amado irmão,com preciosas mensagens edificantes para para fortalecer vidas.

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