A Obra que demonstra Amor a Deus

O autor demonstra que o amor, ‘o caminho mais excelente’, não é subjetivo, portanto, não se trata de sentimentos ou emoções.


A Obra que demonstra Amor a Deus

 

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Segunda edição revista e ampliada do Livro A Obra que demonstra Amor a Deus será lançada em breve no seu portal Estudo Bíblico no formato digital totalmente gratuito e em mais cinco idiomas: Alemão, Espanhol, Francês, Inglês e Italiano.

 


Apresentação

É surpreendente a concepção do Autor sobre o ‘amor’ bíblico evidenciado neste livro.

A maneira como aborda passagens bíblicas complexas é peculiar e interpreta foge da hermenêutica trivial. Ao comparar algumas passagens bíblicas, o autor conduz o leitor a uma investigação intrigante e, em alguns momentos, gera até certo suspense que culmina em um desfecho surpreendente acerca do verdadeiro significado de termos bíblicos tão usuais, como o são o amor e o ódio.

Durante a leitura deste trabalho, a visão do amor segundo o romantismo e humanismo que nos é tão cara, rapidamente é substituída por uma concepção de amor que assume ares aristocrático e nobre, cenário comum ao contexto no qual as Escrituras foram produzidas.

A névoa do subjetivismo permeado pelo idealismo que as concepções religiosas prescrevem através do termo ‘amor’ é rapidamente substituída por um imperativo grave e objetivo, o que reveste o tema de um novo significado ímpar.

O que era pertinente ao mundo das ideias, ao “dever ser”, passa a ser categórico e tangível no mundo do ser. O amor deixa de ser uma experiência religiosa e moral, ou uma expressão unilateral da alma, da psique humana e passa a repousar em novas categorias.

É inovador o modo como o Autor deixa de lado as categorias gregas sobre o amor, tão usuais quando se aborda o tema, e as substitui por uma categoria segura e singular que há no Antigo Testamento. Tal releitura me fez redimensionar a compreensão de várias passagens bíblicas, dentro das quais está aquela que contém o importante alerta de Cristo: – “Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro.” (Lc 16:13).

Onde eu via sentimento, após a leitura deste livro, vejo comportamento. O amor transcende o mundo das ideias, do subjetivismo, do idealismo e reclama o seu lugar de direito como ação.

 

Um alerta 

Quando ouvimos falar de Deus, somos tomados por atitudes reverentes, um sentimento de devoção nos invade e a emoção fala alto. Não raras vezes, quando lemos sobre o amor de Deus demonstrado para com a humanidade, a voluntariedade nos aflora e queremos transformar nossos sentimentos e emoções em serviço.

Quando foi buscar a arca da aliança na casa de Abinadabe, o rei Davi estava tomado por devoção, cheio de emoções, transbordando de alegria e de atitudes reverentes. Davi festejava juntamente com o povo, com toda a sorte de instrumentos musicais, atitudes que demonstrava o quanto ele estava feliz por trazer a arca do Senhor para junto de si.

Com a visão turvada pela alegria, Davi se deixou levar pela atitude desesperada dos Filisteus que, em aperto por causa das hemorroidas, devolveram a arca do Senhor sobre um carro puxado por vacas (1 Samuel 6:11). Davi e todo o povo de Israel se esqueceram da ordenança de Deus e, displicentemente, conduziram a arca aproveitando o meio de transporte preparado pelos sacerdotes e adivinhos dos Filisteus (1 Samuel 6:2).

Todos cantavam e tocavam alegremente e seguiam após a arca que estava sobre um carro novo de bois. Quando chegaram à eira de Nacom, a arca quase caiu por causa do tropeço dos bois, e Uzá, que conduzia o carro, estendeu a mão para segurá-la e foi fulminado por Deus (2 Samuel 6:6-7). Foi quando o rei Davi temeu e fez a seguinte pergunta:

– “Como virá a mim a arca do Senhor?”

A passagem bíblica que narra o retorno da arca do Senhor à casa de Israel nos serve de alerta. Estamos sendo voluntariosos ao realizar uma obra segundo nossas conjecturas, ou temos consciência do que Deus exige de nós segundo a Sua palavra.

Você já se perguntou: – “Qual é a obra que demonstra o seu amor para com Deus?”; “Qual o conceito bíblico de amor?”; “O que Deus exige do homem?”

O evento que despertou o rei Davi para que buscasse (obedecesse) a Deus segundo o que Deus ordenara (1 Crônicas 15:2 e 13), me fez questionar: “Será que o nosso conceito de amor e obra não foi conduzido até nós sobre um carro puxado por vacas?”; “Estamos amando a Deus segundo o que Ele ordenou?”

Durante dois milênios de cristianismo ocorreram inúmeras revoluções culturais. Civilizações e culturas desapareceram, enquanto outras floresceram. Cada civilização e cada cultura que surgiu e desapareceu possuía conceitos e ideias próprias acerca do amor.

Inúmeras religiões surgiram e, cada sacerdote, mago, adivinho, místico, ministro, líder, governo, etc., adotaram ou desenvolveram, segundo seus interesses, um conceito de amor.

O objetivo deste livro é ajudá-lo a entender qual ‘amor’ que Deus exige de nós, bem como o significado do termo amor empregado no Novo Testamento, o que nos permitirá entender o porquê Jesus perguntou três vezes ao apóstolo Pedro: – “Simão, filho de Jonas, amas-me?”, visto que as reiteradas perguntas do Senhor Jesus nos evidenciam que não basta somente dizer:

“Sim, Senhor, tu sabes que te amo!”

 

Objetivo do Livro

O Livro A Obra que demonstra Amor a Deus tem por objetivo evidenciar qual é o ‘caminho mais excelente’ apresentado pelo apóstolo Paulo no capítulo 13 da primeira epístola aos Coríntios. Um caminho que não é afetado pela subjetividade dos sentimentos, mas que se traduz objetivamente em obra.

A ideia de amor como sentimento é  substituída por ‘amor por obra’ conforme evidencia o evangelista João em sua primeira epístola.

“Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.” (1 João 3:18).

O livro contém uma análise das obras de dois heróis da fé: o patriarca Abraão e a prostituta Raabe, o que evidencia que a essência do amor bíblico não emerge da racionalidade ou da moral humana, antes é proveniente de Deus.

Há um capítulo dedicado a demonstrar que, apesar de o apóstolo Paulo e o irmão Tiago utilizarem uma terminologia diferente, ambos não se contradizem na questão fé e obras.

“Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.” (Tito 1:16);

“Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tiago 2:26).

 

Você é nosso convidado para ler esse livro sobre tema tão relevante para a fé cristã! Aguarde, pois em breve estará disponível para leitura.

 

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